10 julho 2006

BYE, BYE, BABY...

por que não é a distância dos corpos que apaga a alma e o que dela emana...
hora complexa, diversa e avessa!
acontecerá, cedo ou tarde,
é sabido...
ignorado!
dos nossos, jamais se vão!
ledo engano...
a carne dói, a lágrima foge, a mente chora...
a saudade aperta
do adeus que não se quer
esperança do reencontro...