DIREITO DE RESPOSTA
Só sinto o vazio enorme.
Sinto vazia...
Vontade de não ser.
Sinto saudades
Me perco, procuro a saída...
Embaraço.
Grito!
No fim, embaço...
Fim?
Embaraço...
E o plano perfeito?
Invencíveis, era o combinado...
Combinado?
e o plano foi perfeito?
Choro!
E no início, quando tudo não era
Rápido susto
Foi e sempre será perfeito...
Futuro ou pretérito
Sempre perfeito!
Surtei!
E o plano perfeito?
Plena, peno em minhas dores
Em meus sussurros...
E penso.
E o plano, não era perfeito?
[Me] Cobro.
E cubro os sorrisos
Embaço os olhares
Olha, imperfeito!
E se tenho sorte, não sei
Só sinto falta
uma falta enorme que pega pela mão
me leva embora
Envolve meu tudo, agora nada...
E dói o coração...
A dor ensina? Que sorte...
Minha sina.
A alma chora
Grita e sussurra
Que surra.
Ainda dói...
Sempre e sempre.
E o plano?
E os sorrisos?
E os passados?
Sorte sua que surto longe
Sinto a sorte faltar
Surto à luz do luar
e nos raios dos dias
Sinto o peito arfar
E o presente?
Dor.
Presente de lágrimas.
Não sorrisos!
Cheio de vazios...
As dúvidas?
Eterna sina de quem ensina
Ou tenta, de coração...
Que soberba!
Enlouqueço!
E o futuro?
No final, o plano [im]perfeito.
Pedia apenas ser pleno...
Pleno de sorrisos e alegrias
Alguma pitada dolorida
Pois tanto plano perfeito
perdeu a perspectiva.
Sinto muito não ter nos feito invencíveis...
Sinto vazia...
Vontade de não ser.
Sinto saudades
Me perco, procuro a saída...
Embaraço.
Grito!
No fim, embaço...
Fim?
Embaraço...
E o plano perfeito?
Invencíveis, era o combinado...
Combinado?
e o plano foi perfeito?
Choro!
E no início, quando tudo não era
Rápido susto
Foi e sempre será perfeito...
Futuro ou pretérito
Sempre perfeito!
Surtei!
E o plano perfeito?
Plena, peno em minhas dores
Em meus sussurros...
E penso.
E o plano, não era perfeito?
[Me] Cobro.
E cubro os sorrisos
Embaço os olhares
Olha, imperfeito!
E se tenho sorte, não sei
Só sinto falta
uma falta enorme que pega pela mão
me leva embora
Envolve meu tudo, agora nada...
E dói o coração...
A dor ensina? Que sorte...
Minha sina.
A alma chora
Grita e sussurra
Que surra.
Ainda dói...
Sempre e sempre.
E o plano?
E os sorrisos?
E os passados?
Sorte sua que surto longe
Sinto a sorte faltar
Surto à luz do luar
e nos raios dos dias
Sinto o peito arfar
E o presente?
Dor.
Presente de lágrimas.
Não sorrisos!
Cheio de vazios...
As dúvidas?
Eterna sina de quem ensina
Ou tenta, de coração...
Que soberba!
Enlouqueço!
E o futuro?
No final, o plano [im]perfeito.
Pedia apenas ser pleno...
Pleno de sorrisos e alegrias
Alguma pitada dolorida
Pois tanto plano perfeito
perdeu a perspectiva.
Sinto muito não ter nos feito invencíveis...

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