21 fevereiro 2009

DO ATALHO AO ALENTO

Não posso te contar agora nada, a mágoa é grande
Não posso te ver
Há muita raiva... Não de ti.
De todos e ao mesmo tempo de ninguém.
Também de ti, é certo, ora bolitas...
Sejamos sinceras... foi drástico
É duro.
Sério!

Impossível deixar de te sentir.
te tenho em cada poro meu.
em cada lágrima, em cada sorriso
nos suspiros e gritos.
Em cada verdade e em cada mentira...

Tem algo nosso sempre invencível.
No momento dói.
Só isso.

Deixa curar para um dia voltarmos para a estrada
que caminho longo é este o nosso...

Também, quem mandou querer pegar um atalho...