21 setembro 2005

SILÊNCIO!

Porque assim
Quando o silêncio me abraça
Ouço as vozes que me habitam
Solto as rédeas da vida

Dedos dançam sobre o teclado
Em um tango drama
Comédia pastelão
Letras transmutam sons
Melodias literárias
Pequenos gestos
Sentimentos ocultos
O abrir à vida

Silêncio amante
me envolve nas mais profundas carícias
me toca inteira
me dá o ombro
estende a mão

Porque assim, só - no silêncio
Posso ouvir completamente
Os ruídos que insistem em me domar

19 setembro 2005

SACO!

Sinceramente, odeio quando as coisas têm que ser feitas sem prazo...