DREAMS
Havia um casal (nós?) no alto de uma montanha nevada, era madrugada...
Uma casinha daquelas só com a chaminé, por trás de uma encosta. Lá estávamos esperando alguém e havia uma criança que protegíamos... Éramos espécie de espiões (?!) e guardávamos esta vida. Ao longe, em dado momento, avistamos o inimigo. Foi uma luta que não sei ao certo como se deu, mas foi peleia braba pelo nosso cansaço de após. Acredito que com armas. Em dado instante, o vilão caiu morto no chão... Sabíamos disso pelo rastro de sangue que nascia na paisagem branca da neve, escorrendo abaixo de uma "esquina de montanha"...
Ao redor não havia nada, só neve, muito branco e sobre nós o céu era estrelado e tinha uma clareza bela, figurando num azul escuro noite ponteado em luzes de estrelas. Ao longe, um oceano, azul, e tão azul, que dele nascia um novo dia: o breu da noite terminava dando lugar à luz do crepúsculo ao amanhecer, que se mostrava em um quê de degradê do amarelo do sol que nascia passando ao azul do céu misturado às nuvens claras, brancas e fofas tal algodão e que passeavam juntas, quase como de mãos dadas e predizendo felicidades...
As três figuras então, depois de tudo, iam em direção ao horizonte num passo calmo, com o oceano como a que guardá-los, porém sentiam-se leves e sorrisos brotavam de suas bocas... Para trás, apenas suas pegadas na neve que desapareciam conforme o bater do vento...
Uma casinha daquelas só com a chaminé, por trás de uma encosta. Lá estávamos esperando alguém e havia uma criança que protegíamos... Éramos espécie de espiões (?!) e guardávamos esta vida. Ao longe, em dado momento, avistamos o inimigo. Foi uma luta que não sei ao certo como se deu, mas foi peleia braba pelo nosso cansaço de após. Acredito que com armas. Em dado instante, o vilão caiu morto no chão... Sabíamos disso pelo rastro de sangue que nascia na paisagem branca da neve, escorrendo abaixo de uma "esquina de montanha"...
Ao redor não havia nada, só neve, muito branco e sobre nós o céu era estrelado e tinha uma clareza bela, figurando num azul escuro noite ponteado em luzes de estrelas. Ao longe, um oceano, azul, e tão azul, que dele nascia um novo dia: o breu da noite terminava dando lugar à luz do crepúsculo ao amanhecer, que se mostrava em um quê de degradê do amarelo do sol que nascia passando ao azul do céu misturado às nuvens claras, brancas e fofas tal algodão e que passeavam juntas, quase como de mãos dadas e predizendo felicidades...
As três figuras então, depois de tudo, iam em direção ao horizonte num passo calmo, com o oceano como a que guardá-los, porém sentiam-se leves e sorrisos brotavam de suas bocas... Para trás, apenas suas pegadas na neve que desapareciam conforme o bater do vento...

0 Comments:
Postar um comentário
<< Home